11/10/2005

Fim do Cine-Templários e o Entretimento em Tomar

Corre pela boca de todos os tomarenses e pela tinta dos jornais o fim do cinema Templários. Coisa que secalhar até já seria de adivinhar, pois uma sala daquelas sem ter uma conservação adequada, cujos bancos, na sua maior parte eram autênticos tijolos, o próprio preço dos bilhetes e com as novas salas de cinema em Torres Novas, não seria de esperar grande coisa. Com a falta de planeamento entre os filmes e a utilização de outras actividades no Cine-Teatro originou o fim do cinema nesse espaço.

Hoje em dia, as pessoas preferem passar uma tarde ou uma noite num espaço, onde possam fazer compras e se possivel ir ao cinema.

Os Centros Comerciais de média ou grande dimensão passam ao lado de Tomar, o que leva as pessoas a terem que se deslocar para cidades vizinhas, onde existe muito mais escolha a esse nivel.

11/08/2005

Passadeira vão pra obras

É notícia no JN:
Depois de uma chuva de críticas por causa das passadeiras elevadas, construídas nos últimos meses em vários pontos de Tomar, a Câmara admite alguns erros e garante, para breve, a sua correcção.

No entanto, sublinha a "coragem" da intervenção, numa tentativa de "limitar os excessos" de velocidade dentro do limite urbano e até afirma que uma comissão nomeada pelo Governo, encarregue de propor medidas que visam a diminuição dos acidentes de viação - e que recentemente esteve de visita à cidade - "elogiou o trabalho efectuado pela Câmara".

Segundo o presidente da autarquia, "há quatro ou cinco passadeiras, junto às escolas e à piscina, que estão demasiado elevadas". Trata-se, adianta António Paiva, "de ruas com inclinação, o que poderá ter condicionado a construção das estruturas". Por outro lado, o autarca admite que algumas passadeiras não cumprem a lei, no que toca à anulação dos obstáculos para os cidadãos com deficiência. "A entrada deve ser de material diferente para os invisuais poderem detectar a passagem", explica, referindo que "em alguns casos, sobretudo do centro histórico, esse pormenor não foi tido em conta".

De acordo com o vice-presidente da autarquia, Corvelo de Sousa, "as passadeiras foram consideradas como um exemplo a seguir por outras cidades". O objectivo é, disse, "reduzir o limite de velocidade para os 30 quilómetros por hora".